Arquivo mensal: janeiro 2020

16/01 a 22/01: Bacurau, Diante dos meus Olhos, Deus É Mulher e seu Nome É Petúnia, Synonymes e Parasita

PROGRAMAÇÃO: 16 a 22 de janeiro

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Lembrando que abrimos normalmente aos sábados e domingos.

As estreias são dois destaques do Festival de Berlim de 2019:

o primeiro é DEUS É MULHER E SEU NOME É PETÚNIA: uma sátira da Macedônia que coloca em evidência o papel das mulheres nas sociedades religiosas e patriarcais.

a outra estreia (neste caso, no dia 19/01) é SYNONYMES, filme israelense vencedor do Urso de Ouro (Melhor Filme) da Berlinale 2019.

14h15 – BACURAU (16 anos)

16h45 – DIANTE DOS MEUS OLHOS (12 anos)

18h15 – de 16/01 a 18/01: DEUS É MULHER E SEU NOME É PETÚNIA (14 anos)

18h15 – de 19/01 a 22/01: SYNONYMES (16 anos)

20h30 – PARASITA

1) BACURAU (2019, Brasil, 131 min, 16 anos, dir: Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles)

Num futuro próximo, Bacurau, um povoado do sertão de Pernambuco, some misteriosamente do mapa.

2) DIANTE DOS MEUS OLHOS (Brasil, 2019, 83 min, 12 anos, dir: André Félix)

45 anos após a dissolução da banda Os Mamíferos, Marco Antonio, Afonso e Mario Ruy vivem um cotidiano simples. Em meio às luzes da cidade, recordam suas glórias e fracassos e ajudam a recuperar um fragmento fundamental da música popular brasileira.

3) DEUS É MULHER E SEU NOME É PETÚNIA (Macedônia, 2019, 100 min, 14 anos, dir: Teona Strugar Mitevska)

Em Stip, uma pequena cidade da Macedônia, sempre no mês de janeiro o padre local joga uma cruz de madeira no rio e centenas de homens mergulham atrás dela. Quem recuperar o objeto tem garantia de boa sorte e prosperidade. Desta vez, Petúnia mergulha na água por um capricho e consegue agarrar a cruz antes dos outros, deixando os concorrentes furiosos: ‘como ousa uma mulher participar do ritual’? Todo o inferno se abre, mas Petúnia mantém o seu chão. Ela ganhou a cruz e não vai desistir.

4) SYNONYMES (Israel/Fança, 2019, 123 min, 16 anos, dir: Nadav Lapid)

Yoav, um jovem israelense, viaja à Paris, auxiliado por seu fiel dicionário franco-israelense, esperando que a França e os franceses o salvem da loucura de seu país.

5) PARASITA (2019, Coreia do Sul, 131 min, 16 anos, dir: Joon-ho Bong)

Todos os quatro membros da família Ki-taek estão desempregados, porém uma obra do acaso faz com que o filho adolescente comece a dar aulas privadas de inglês à rica família Park. Fascinados com o estilo de vida luxuoso, os quatro bolam um plano para se infiltrar nos afazeres da casa burguesa. É o início de uma série de acontecimentos incontroláveis dos quais ninguém sairá ileso.


O Cine Cultura é uma unidade da Secretaria de Cultura de Goiás.

Ingresso: R$ 8 (inteira), R$ 4 (meia). Apenas dinheiro. Às segundas todo mundo paga meia. Pedimos gentilmente que facilitem o troco e evitem notas altas, ajudando assim o trabalho de bilheteria. Agradecemos a compreensão.

09/01/2020 a 15/01/2020: DIANTE DOS MEUS OLHOS, E ENTÃO NÓS DANÇAMOS, BIXA TRAVESTY, PARASITA e BACURAU

PROGRAMAÇÃO: 09 a 15 de janeiro

 

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15h00 – DIANTE DOS MEUS OLHOS
16h45 – E ENTÃO NÓS DANÇAMOS
18h45 – BIXA TRAVESTY

20h15 – de 09/01 a 11/01: PARASITA
20h15 – de 12/01 a 15/01: BACURAU

A estreia desta quinta 09/01 é Diante dos meus olhos, documentário não apenas sobre a banda Os Mamíferos, mas sobre o que significa ter e ser uma memória da música brasileira.

Lembrando que abrimos normalmente aos sábados e domingos.

 

1) DIANTE DOS MEUS OLHOS (Brasil, 2019, 83 min, 12 anos, dir: André Félix)

45 anos após a dissolução da banda Os Mamíferos, Marco Antonio, Afonso e Mario Ruy vivem um cotidiano simples. Em meio às luzes da cidade, recordam suas glórias e fracassos e ajudam a recuperar um fragmento fundamental da música popular brasileira.

2) E ENTÃO NÓS DANÇAMOS (Suécia/Geórgia/França, 2019, 106 min, 14 anos, dir: Levan Akin)

Desde bem jovem, Merab treina dança tradicional georgiana no Georgian National Dance Ensemble com sua parceira Mary. Quando se junta ao grupo o carismático e descontraído bailarino Irakli, Merab se sente ameaçado, e também atraído, por aquele que se tornará uma fonte de rivalidade e desejo. Em um cenário conservador e tradicional, Merab terá que se libertar e impor sua identidade.

3) BIXA TRAVESTY (Brasil, 2019, 75 min, 18 anos, dir: Claudia Priscilla e Kiko Goifman)

O corpo político de Linn da Quebrada, cantora transexual negra, é a força motriz do documentário, que captura a sua esfera pública e privada, ambas marcadas não só por sua presença de palco inusitada, mas também por sua incessante luta pela desconstrução de estereótipos de gênero, classe e raça.

4) PARASITA (2019, Coreia do Sul, 131 min, 16 anos, dir: Joon-ho Bong)

Todos os quatro membros da família Ki-taek estão desempregados, porém uma obra do acaso faz com que o filho adolescente comece a dar aulas privadas de inglês à rica família Park. Fascinados com o estilo de vida luxuoso, os quatro bolam um plano para se infiltrar nos afazeres da casa burguesa. É o início de uma série de acontecimentos incontroláveis dos quais ninguém sairá ileso.

5) BACURAU (2019, Brasil, 131 min, 16 anos, dir: Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles)

Num futuro próximo, Bacurau, um povoado do sertão de Pernambuco, some misteriosamente do mapa.

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Ingresso: R$ 8 (inteira), R$ 4 (meia). Apenas dinheiro. Às segundas todo mundo paga meia. Pedimos gentilmente que facilitem o troco e evitem notas altas, ajudando assim o trabalho de bilheteria. Agradecemos a compreensão.

***

O Cine Cultura é uma unidade da Secretaria de Cultura de Goiás.

02/01/2020 a 08/01/2020: E ENTÃO NÓS DANÇAMOS, BIXA TRAVESTY, PARASITA e A ROSA AZUL DE NOVALIS

Programação: 02 a 08 de janeiro

 

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Tiveram uma boa virada de ano? Esperamos que sim!

E nesta quinta 02/01 retomamos nossa programação.

Lembrando que abrimos normalmente aos sábados e domingos.

Voltam a ser exibidos:

E ENTÃO NÓS DANÇAMOS, uma bela combinação entre coreografia e sensualidade. Além de ter sido selecionado para o Festival de Cannes deste ano, o longa é o indicado da Suécia à disputa pela vaga na categoria Melhor Filme Internacional do Oscar 2020;

BIXA TRAVESTY, documentário protagonizado pela artista Linn da Quebrada, que chega para abalar vários dos pilares do que se entende por corpo e sexualidade;

o sul-coreano PARASITA, um dos grandes filmes do ano e vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes. A cara das pessoas ao saírem da sessão nos rendeu alguns dos melhores momentos de 2019, sem dúvida alguma.

e A ROSA AZUL DE NOVALIS, premiado como Melhor Roteiro no Festival Mix Brasil deste ano. E pelo menos uma coisa é possível garantir: a última cena, a última imagem, vocês dificilmente irão esquecer.

Atenção para a classificação indicativa (ver abaixo) de cada filme.

Sinopses:

1) E ENTÃO NÓS DANÇAMOS (Suécia/Geórgia, 2019, 106 min, 14 anos, dir: Levan Akin)

Desde bem jovem, Merab treina dança tradicional georgiana no Georgian National Dance Ensemble com sua parceira Mary. Quando se junta ao grupo o carismático e descontraído bailarino Irakli, Merab se sente ameaçado, e também atraído, por aquele que se tornará uma fonte de rivalidade e desejo.

2) BIXA TRAVESTY (Brasil, 2019, 75 min, 18 anos, dir: Claudia Priscilla e Kiko Goifman)

O corpo político de Linn da Quebrada, cantora transexual negra, é a força motriz do documentário, que captura a sua esfera pública e privada, ambas marcadas não só por sua presença de palco inusitada, mas também por sua incessante luta pela desconstrução de estereótipos de gênero, classe e raça.

3) PARASITA (2019, Coreia do Sul, 131 min, 16 anos, dir: Joon-ho Bong)

Todos os quatro membros da família Ki-taek estão desempregados, porém uma obra do acaso faz com que o filho adolescente comece a dar aulas privadas de inglês à rica família Park. Fascinados com o estilo de vida luxuoso, os quatro bolam um plano para se infiltrar nos afazeres da casa burguesa. É o início de uma série de acontecimentos incontroláveis dos quais ninguém sairá ileso.

4) A ROSA AZUL DE NOVALIS (2019, Brasil, 70 min, 18 anos, dir: Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro)

Marcelo, um dândi de cerca de 40 anos, possui uma memória inigualável. Revive lembranças familiares em sua cabeça e tem recordações de suas vidas passadas. Em uma delas, foi Novalis, poeta alemão que perseguia uma rosa azul. E nessa vida atual, o que Marcelo persegue?

 

Ingresso: R$ 8 (inteira), R$ 4 (meia). Apenas dinheiro. Às segundas todo mundo paga meia. Pedimos gentilmente que facilitem o troco e evitem notas altas, ajudando assim o trabalho de bilheteria. Agradecemos a compreensão.