06/02 a 12/02/2019: FERNANDO, AINDA TEMOS A IMENSIDÃO DA NOITE, AÇÚCAR, BACURAU e PARASITA

PROGRAMAÇÃO: 06 a 12 de fevereiro

 

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Antes de qualquer coisa, aquele lembrete de sempre: abrimos normalmente ao sábados e domingos.

 

São duas estreias nesta quinta 06/02:

o documentário FERNANDO, que traça um retrato original da vida do artista Fernando Bohrer, ator e professor de teatro no Rio de Janeiro;

e AÇÚCAR, com grande atuação de Maeve Jinkings (O Som ao Redor, Aquarius), uma das grandes atrizes brasileiras da década. Dirigido por Renata Pinheiro e Sérgio Oliveira (Amor, Plástico e Barulho), o longa revisita a região da Zona da Mata para construir poeticamente a imagem de um Brasil que não se conhece – e nega suas próprias raízes.

 

SINOPSES:

1) FERNANDO (Brasil, 2019, 71 min, 12 anos, dir: Igor Angelkorte, Julia Ariani e Paula Vilela)

Fernando é um ator e professor de teatro que, aos 74 anos, é impelido a ser protagonista de si mesmo em uma experiência que borra as fronteiras entre o documental e o ficcional. Diante de um delicado problema no coração, ele segue uma vida repleta de amor pela arte, onde a educação surge como potente elemento transformador da realidade.

2) AINDA TEMOS A IMENSIDÃO DA NOITE (2019, Brasil, 98 min, 16 anos, dir: Gustavo Galvão)

Cansada de lutar por um lugar ao sol com sua banda de rock, onde é trompetista e vocalista, Karen decide ir embora de Brasília. Ela segue os passos do ex-parceiro de banda, Artur, que tenta a sorte em Berlim. O convite parte de Martin, amigo alemão com quem fecham um triângulo imprevisível. Meses depois, forçada a recomeçar em Brasília, Karen precisa entender o papel dela e o papel da arte na cidade que o avô ajudou a construir.

3) AÇÚCAR (2019, Brasil, 90 min, 14 anos, dir: Renata Pinheiro e Sérgio Oliveira)

Bethânia Wanderley (Maeve Jinkings) não gosta do cenário rural da Zona da Mata, mas precisa voltar ao lugar onde nasceu, um decadente engenho de cana-de-açúcar, para impedir que os antigos trabalhadores do canavial tomem conta das terras. Confrontada pelo líder da associação, Zé (José Maria Alvez), e Alessandra (Dandara de Morais), que passa a ser faxineira da casa para vigiar a sinhazinha, Bethânia terá que lidar com o seu passado e os seus preconceitos.

4) BACURAU (2019, Brasil, 131 min, 16 anos, dir: Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles)

Num futuro próximo, Bacurau, um povoado do sertão de Pernambuco, some misteriosamente do mapa.

5) PARASITA (2019, Coreia do Sul, 131 min, 16 anos, dir: Joon-ho Bong)

Todos os quatro membros da família Ki-taek estão desempregados, porém uma obra do acaso faz com que o filho adolescente comece a dar aulas privadas de inglês à rica família Park. Fascinados com o estilo de vida luxuoso, os quatro bolam um plano para se infiltrar nos afazeres da casa burguesa. É o início de uma série de acontecimentos incontroláveis dos quais ninguém sairá ileso.

 

Ingresso: R$ 8 (inteira), R$ 4 (meia). Apenas dinheiro. Às segundas todo mundo paga meia. Pedimos gentilmente que facilitem o troco e evitem notas altas, ajudando assim o trabalho de bilheteria. Agradecemos a compreensão.

O Cine Cultura é uma unidade da Secretaria de Cultura de Goiás.

Sobre Cine Cultura

O Cine Cultura é o espaço de referência em Goiânia quando o assunto é o CINEMA. Inaugurada no dia 15 de julho de 1989, a pequena sala batizada de Sala Eduardo Benfica, com 98 lugares, apesar de pequena, abriu as portas para uma história de cinema que tem sido escrita com grande força em seus anos de existência. Dirigido ao longo de grande parte de sua história por Antônio Segatti – importante diretor de fotografia de inúmeras produções cinematográficas em Goiás – o Cine Cultura se firmou como principal espaço de exibição de filmes não-comerciais, proporcionando ao público experiências que os cinemas ditos “comerciais” não se interessavam em promover. Hoje, com 89 lugares (sendo um espaço para cadeirante), o Cine Cultura acompanha um momento decisivo de transição pelo qual passa o cinema mundial no século XXI. A tradicional projeção em 35mm que acompanhou toda a história do nosso cinema vem agora aliada à tecnologia digital, proporcionando uma maior democratização de acesso a uma quantidade inimagináveis de filmes disponíveis no circuito exibidor brasileiro e mundial. Como cinema que privilegia o que de melhor se produz no cinema contemporâneo, o Cine Cultura se coloca como o principal espaço de difusão de filmes de Goiás, exibindo lançamentos importantes do circuito comercial, sem nunca deixar de promover festivais e mostras especiais, buscando oferecer para o público goianiense, uma programação ampla e democrática, transformando o nosso cinema num espaço de convivência, reflexão e debate aberto a toda a sociedade. Buscar uma relação mais próxima e afetiva com o público é o principal projeto do Cine Cultura. Estar em contato direto com as pessoas, ser um catalisador de experiências audiovisuais, de aproximação com a cultura e com a arte através do cinema, é o que motiva o Cine Cultura. A ideia é construir um intenso e fértil ambiente onde a paixão pelo cinema possa florescer, a partir do qual o cinema possa ser conhecido em sua totalidade, sem limitações. Assim o Cine Cultura pretende ser o lugar onde as pessoas, cada vez mais, possam enfim se render ao poder transformador da sétima arte.

Publicado em 5 de fevereiro de 2020, em Programação. Adicione o link aos favoritos. 3 Comentários.

  1. vai ter nova seção de parasita?

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