Programação de 06/09 a 12/09: BENZINHO, HISTÓRIAS QUE NOSSO CINEMA NÃO CONTAVA e AS BOAS MANEIRAS

Programação de 06/09 a 12/09.

 

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A estreia é Histórias que nosso cinema não contava (classificação 16 anos), documentário de Fernanda Pessoa sobre as pornochanchadas brasileiras e como esses filmes de um Brasil muito específico, muito vistos nos anos 1970, também refletiam e retratavam o período da ditadura militar no Brasil. Importante filme sobre cultura e memória.

E seguem em cartaz: As Boas Maneiras​ (classificação 14 anos), protagonizado por Marjorie Estiano e um filme família, sobre uma relação incomum entre mãe e filho, e também um belo filme de amor, tudo isso com um curioso tom de fantasia; e Benzinho (classificação 10 anos), também um filme família, sobre as pequenas conquistas e agruras de pais, mães, filhos, filhas, tios, tias, irmãos e irmãs que poderiam ser várias pessoas do Brasil – com Adriana Esteves e Karine Teles, duas grandes atrizes.

SINOPSES:

1) BENZINHO (2018, Brasil, 10 anos, 97 min, dir: Gustavo Pizzi)

Irene (Karine Teles) mora com o marido Klaus (Otávio Müller) e seus quatro filhos. Ela está terminando os estudos enquanto se desdobra para complementar a renda da casa e ajudar a irmã Sônia (Adriana Esteves). Mas quando seu primogênito Fernando (Konstantinos Sarris) é convidado para jogar handebol na Alemanha, ela terá poucos dias para superar a ansiedade e ganhar forças antes de mandar seu filho para o mundo.

2) HISTÓRIAS QUE NOSSO CINEMA (NÃO) CONTAVA (2018, Brasil, 16 anos, 80 min, dir: Fernanda Pessoa)

Uma releitura histórica sobre o período da ditadura militar no Brasil retratada através de imagens e sons exclusivos das pornochanchadas, o gênero mais visto e produzido no país durante a década de 70. A violência do Estado, a luta armada e modernização brasileira são exemplos de situações históricas que podem ser visualizadas por meio dessas obras cinematográficas.

3) AS BOAS MANEIRAS (2018, Brasil, 14 anos, 136 min, dir: Marco Dutra e Juliana Rojas)

Ana (Marjorie Estiano) contrata Clara (Isabél Zuaa), uma solitária enfermeira moradora da periferia de São Paulo, para ser babá de seu filho ainda não nascido. Conforme a gravidez vai avançando, Ana começa a apresentar comportamentos cada vez mais estranhos e sinistros hábitos noturnos que afetam diretamente Clara.

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Ingresso: 8 reais inteira, 4 reais meia. Às segundas todo mundo paga meia. Apenas dinheiro, então por favor sejam legais e nos ajudem no troco. Nossa equipe agradece. Valeu!

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Programação de 30/08 a 05/09: SER TÃO VELHO CERRADO, AS BOAS MANEIRAS, TESNOTA e BENZINHO

PROGRAMAÇÃO de 30/08 a 05/09.

 

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>>> Por favor, leiam o texto do post; a informação que você procura provavelmente já está nele. <<<

Observação 1: na quinta 30/08 teremos uma exibição muito especial de um filme goiano na Sessão de “Passos da Tradição” + debate, às 18h30, com entrada gratuita. Dirigido por Carlos Cipriano e Carminha Lombardi, o filme é sobre o escritor e memorialista goiano Elder Camargo de Passos.

Observação 2: no sábado 01/09 teremos mais uma sessão da Mostra Permanente de Curtas, com a exibição de quatro curtas brasileiros. A Mostra Permanente de Curtas ocorre todo sábado às 15h, sempre com entrada gratuita e exibição de curtas-metragens diferentes em cada sessão, que dura cerca de 1h no total.

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As estreias são dois longas nacionais: As Boas Maneiras (classificação 14 anos), protagonizado por Marjorie Estiano e um filme família, sobre uma relação incomum entre mãe e filho, e também um belo filme de amor, tudo isso com um curioso tom de fantasia; e Benzinho – Filme (classificação 12 anos), também um filme família, sobre as pequenas conquistas e agruras de pais, mães, filhos, filhas, tios, tias, irmãos e irmãs que poderiam ser várias pessoas do Brasil.

Segue em cartaz: SER TÃO VELHO CERRADO, um dos nossos maiores sucessos de público! Documentário extremamente acessível, didático e informativo sobre a situação do cerrado brasileiro, sobretudo a importância da Chapada dos Veadeiros para o meio ambiente do Centro-Oeste do Brasil, em especial para o Estado de Goiás, por isso um filme muito importante de circular por aqui.

Também continua em cartaz o russo TESNOTA, de Kantemir Balagov, exibido no Festival de Cannes de 2017.

SINOPSES:

1) SER TÃO VELHO CERRADO (2018, Brasil, livre, 96 min, dir: André D’Elia)

Os moradores da Chapada dos Veadeiros, preocupados com o fim do Cerrado em Goiás, procuram novas formas de desenvolver a região sem agredir o meio ambiente em que vivem. O desafio, agora, é conciliar os interesses relacionados ao manejo da Área de Proteção Ambiental do Pouso Alto. Para isso, a comunidade científica, grandes proprietários de terra e defensores do meio ambiente iniciam um diálogo delicado, mas necessário.

2) AS BOAS MANEIRAS (2018, Brasil, 14 anos, 136 min, dir: Marco Dutra e Juliana Rojas)

Ana (Marjorie Estiano) contrata Clara (Isabél Zuaa), uma solitária enfermeira moradora da periferia de São Paulo, para ser babá de seu filho ainda não nascido. Conforme a gravidez vai avançando, Ana começa a apresentar comportamentos cada vez mais estranhos e sinistros hábitos noturnos que afetam diretamente Clara.

3) TESNOTA (2017, Rússia, 16 anos, 118 min, dir: Kantemir Balagov)

1998, Nalchik, norte do Cáucaso, na Rússia. Ilana tem 24 anos e trabalha na garagem de seu pai para ajudá-lo. Uma noite, sua família e amigos se reúnem para comemorar o noivado de seu irmão mais novo, David. Mais tarde naquela noite, o jovem casal é sequestrado e um pedido de resgate entregue. Nesta pequena e fechada comunidade judaica, envolver a polícia está fora de questão. Como a família conseguirá o dinheiro para salvar David? Ilana e seus pais, cada um à sua maneira, irão o mais longe possível para conseguir, independente dos riscos.

4) BENZINHO (2018, Brasil, 10 anos, 97 min, dir: Gustavo Pizzi)

Irene (Karine Teles) mora com o marido Klaus (Otávio Müller) e seus quatro filhos. Ela está terminando os estudos enquanto se desdobra para complementar a renda da casa e ajudar a irmã Sônia (Adriana Esteves). Mas quando seu primogênito Fernando (Konstantinos Sarris) é convidado para jogar handebol na Alemanha, ela terá poucos dias para superar a ansiedade e ganhar forças antes de mandar seu filho para o mundo.

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Ingresso: 8 reais inteira, 4 reais meia. Às segundas todo mundo paga meia. Apenas dinheiro, então por favor sejam legais e nos ajudem no troco. Nossa equipe agradece. Valeu!

Programação de 23/08 a 29/08: TESNOTA, SER TÃO VELHO CERRADO, UNICÓRNIO e sessões especiais

PROGRAMAÇÃO de 23/08 a 29/08.

 

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Observação 1: no sábado 25/08 teremos mais uma sessão da Mostra Permanente de Curtas, com a exibição de quatro curtas brasileiros. A Mostra Permanente de Curtas ocorre todo sábado às 15h, sempre com entrada gratuita e exibição de curtas-metragens diferentes em cada sessão, que dura cerca de 1h no total.

Observação 2: domingo 26/08, às 16h, teremos a Sessão Abraccine em Goiânia: “Boi de Lágrimas”, com entrada gratuita e uma conversa com o convidado da vez, o professor e pesquisador da UFG, Rodrigo Cássio. Em função disso, neste dia não exibiremos TESNOTA.

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São três filmes que seguem em cartaz: SER TÃO VELHO CERRADO, um dos nossos maiores sucessos de público! Documentário extremamente acessível, didático e informativo sobre a situação do cerrado brasileiro, sobretudo a importância da Chapada dos Veadeiros para o meio ambiente do Centro-Oeste do Brasil, em especial para o Estado de Goiás, por isso um filme muito importante de circular por aqui.

E também o russo TESNOTA, de Kantemir Balagov, exibido no Festival de Cannes de 2017; e o longa brasileiro Unicórnio, livremente baseado na obra literária de Hilda Hilst e com Patrícia Pillar no elenco, em belíssima performance – filme indicado especialmente para quem aprecia um tanto de fantasia e poesia atravessando os campos da vida.

SINOPSES:

1) TESNOTA (2017, Rússia, 16 anos, 118 min, dir: Kantemir Balagov)

1998, Nalchik, norte do Cáucaso, na Rússia. Ilana tem 24 anos e trabalha na garagem de seu pai para ajudá-lo. Uma noite, sua família e amigos se reúnem para comemorar o noivado de seu irmão mais novo, David. Mais tarde naquela noite, o jovem casal é sequestrado e um pedido de resgate entregue. Nesta pequena e fechada comunidade judaica, envolver a polícia está fora de questão. Como a família conseguirá o dinheiro para salvar David? Ilana e seus pais, cada um à sua maneira, irão o mais longe possível para conseguir, independente dos riscos.

2) SER TÃO VELHO CERRADO (2018, Brasil, livre, 96 min, dir: André D’Elia)

Os moradores da Chapada dos Veadeiros, preocupados com o fim do Cerrado em Goiás, procuram novas formas de desenvolver a região sem agredir o meio ambiente em que vivem. O desafio, agora, é conciliar os interesses relacionados ao manejo da Área de Proteção Ambiental do Pouso Alto. Para isso, a comunidade científica, grandes proprietários de terra e defensores do meio ambiente iniciam um diálogo delicado, mas necessário.

3) UNICÓRNIO (2018, Brasil, 10 anos, 122 min, dir: Eduardo Nunes)

Maria está sentada num banco ao lado de seu pai e a conversa que eles têm ali conduz a narrativa do filme. Acompanhamos a história na rústica casa de campo, onde ela mora com a mãe e aguardam a volta deste mesmo pai. A relação entre Maria e a sua mãe muda com a chegada de um outro homem.

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Ingresso: 8 reais inteira, 4 reais meia. Às segundas todo mundo paga meia. Apenas dinheiro, então por favor sejam legais e nos ajudem no troco. Nossa equipe agradece. Valeu!

Programação de 16/08 a 22/08: TESNOTA, SER TÃO VELHO CERRADO, VINTE ANOS e UNICÓRNIO

PROGRAMAÇÃO de 16/08 a 22/08.

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Observação: no sábado 18/08 teremos a terceira sessão da Mostra Permanente de Curtas​, com a exibição de quatro curtas brasileiros. A Mostra Permanente de Curtas ocorre todo sábado às 15h, sempre com entrada gratuita e exibição de curtas-metragens diferentes em cada sessão, que dura cerca de 1h no total.
 
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São duas estreias: o russo TESNOTA, de Kantemir Balagov, exibido no Festival de Cannes de 2017; e o longa brasileiro UNICÓRNIO, livremente baseado na obra literária de Hilda Hilst e com Patrícia Pillar no elenco, em belíssima performance – filme indicado especialmente para quem aprecia um tanto de fantasia e poesia atravessando os campos da vida.
 
Permanecem em cartaz: VINTE ANOS, documentário que acompanha a vida de três casais em Cuba, esse país que parece ter se fixado num tempo passado enquanto, ao mesmo tempo, vive um momento de possíveis mudanças. E também SER TÃO VELHO CERRADO, documentário extremamente acessível, didático e informativo sobre a situação do cerrado brasileiro, sobretudo a importância da Chapada dos Veadeiros para o meio ambiente do Centro-Oeste do Brasil, em especial para o Estado de Goiás, por isso um filme muito importante de circular por aqui.
 
SINOPSES:
 
1) TESNOTA (2017, Rússia, 16 anos, 118 min, dir: Kantemir Balagov)
 
1998, Nalchik, norte do Cáucaso, na Rússia. Ilana tem 24 anos e trabalha na garagem de seu pai para ajudá-lo. Uma noite, sua família e amigos se reúnem para comemorar o noivado de seu irmão mais novo, David. Mais tarde naquela noite, o jovem casal é sequestrado e um pedido de resgate entregue. Nesta pequena e fechada comunidade judaica, envolver a polícia está fora de questão. Como a família conseguirá o dinheiro para salvar David? Ilana e seus pais, cada um à sua maneira, irão o mais longe possível para conseguir, independente dos riscos.
 
2) SER TÃO VELHO CERRADO (2018, Brasil, livre, 96 min, dir: André D’Elia)
 
Os moradores da Chapada dos Veadeiros, preocupados com o fim do Cerrado em Goiás, procuram novas formas de desenvolver a região sem agredir o meio ambiente em que vivem. O desafio, agora, é conciliar os interesses relacionados ao manejo da Área de Proteção Ambiental do Pouso Alto. Para isso, a comunidade científica, grandes proprietários de terra e defensores do meio ambiente iniciam um diálogo delicado, mas necessário.
 
3) VINTE ANOS (2018, Brasil/Costa Rica, livre, 80 min, dir: Alice de Andrade)
 
Em uma Cuba onde o tempo parece não passar, uma mudança radical e imprevisível promete alterar a rotina de todos para sempre. No meio desse turbilhão, três casais tentam viver suas histórias de amor enquanto o tempo e a vida vão se transformando.
 
4) UNICÓRNIO (2018, Brasil, 10 anos, 122 min, dir: Eduardo Nunes)
 
Maria está sentada num banco ao lado de seu pai e a conversa que eles têm ali conduz a narrativa do filme. Acompanhamos a história na rústica casa de campo, onde ela mora com a mãe e aguardam a volta deste mesmo pai. A relação entre Maria e a sua mãe muda com a chegada de um outro homem.
 
 
Ingresso: 8 reais inteira, 4 reais meia. Às segundas todo mundo paga meia. Apenas dinheiro, então por favor sejam legais e nos ajudem no troco. Nossa equipe agradece. Valeu!

Programação de 09/08 a 15/08: VINTE ANOS, HANNAH e SER TÃO VELHO CERRADO

PROGRAMAÇÃO de 09/08 a 15/08

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– 16h30: VINTE ANOS
– 18h15: HANNAH (exceto dia 11/08, quando não teremos esta exibição)
– 20h00: SER TÃO VELHO CERRADO​ (no dia 11/08 a exibição será mais cedo, às 18h30, seguida de debate)
 
Observação 1: no sábado 11/08 teremos a segunda sessão da Mostra Permanente de Curtas, com a exibição de três curtas brasileiros. A Mostra Permanente de Curtas ocorre todo sábado às 15h, sempre com entrada gratuita e exibição de curtas-metragens diferentes em cada sessão, que dura cerca de 1h no total.
 
Observação 2: também no sábado 11/08 teremos Ser Tão Velho Cerrado: sessão debate em Goiânia (necessário compra de ingresso, normalmente) às 18h30, com a presença de biólogos, geólogos, pesquisadores e de André D’Elia, diretor do documentário. Por esta razão, neste dia não teremos a exibição de HANNAH.
 
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São duas estreias: VINTE ANOS, documentário que acompanha a vida de três casais em Cuba, esse país que parece ter se fixado num tempo passado enquanto, ao mesmo tempo, vive um momento de possíveis mudanças. E também SER TÃO VELHO CERRADO, documentário extremamente acessível, didático e informativo sobre a situação do cerrado brasileiro, sobretudo a importância da Chapada dos Veadeiros para o meio ambiente do Centro-Oeste do Brasil, em especial para o Estado de Goiás, por isso um filme muito importante de circular por aqui.
 
Permanece em cartaz HANNAH, filme que rendeu à grande Charlotte Rampling o prêmio de melhor atriz no Festival de Veneza do ano passado. Em mais uma de suas grandes atuações, repleta de sutilezas, Rampling atrai facilmente o olhar do público por meio de expressões e gesticulações das mais discretas. Assim, HANNAH se torna, em grande parte, não só uma observação sobre o envelhecimento solitário, mas também sobre como um rosto e um corpo cravados de marcas do tempo reagem atravessamento da vida e, consequentemente, do cotidiano (não por acaso, o transporte público é um espaço recorrente no filme).
 
SINOPSES:
 
1) VINTE ANOS (2018, Brasil, livre, 80 min, dir: Alice de Andrade)
 
Em uma Cuba onde o tempo parece não passar, uma mudança radical e imprevísivel promete alterar a rotina de todos para sempre. No meio desse turbilhão, três casais tentam viver suas histórias de amor enquanto o tempo e a vida vão se transformando.
 
2) HANNAH (2017, França/Itália/Bélgica, 12 anos, 95 min, dir: Andrea Pallaoro)
 
Hannah é uma mulher que perdeu quase tudo que acreditava ser sua vida. Interpretada pela cultuada atriz inglesa Charlotte Rampling, Hannah tem que lutar com as consequências da prisão do marido. Uma nova realidade econômica, o rejeição do filho, a completa solidão, a velhice.
3) SER TÃO VELHO CERRADO (2018, Brasil, livre, 96 min, dir: André D’Elia)
 
Os moradores da Chapada dos Veadeiros, preocupados com o fim do Cerrado em Goiás, procuram novas formas de desenvolver a região sem agredir o meio ambiente em que vivem. O desafio, agora, é conciliar os interesses relacionados ao manejo da Área de Proteção Ambiental do Pouso Alto. Para isso, a comunidade científica, grandes proprietários de terra e defensores do meio ambiente iniciam um diálogo delicado, mas necessário.
 
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Ingresso: 8 reais inteira, 4 reais meia. Às segundas todo mundo paga meia. Apenas dinheiro, então por favor sejam legais e nos ajudem no troco. Valeu!

Programação de 02/08 a 08/08: HANNAH, ALGUMA COISA ASSIM e EM 97 ERA ASSIM

PROGRAMAÇÃO de 02/08 a 08/08.

 

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Ingresso: 8 reais inteira, 4 reais meia. Às segundas todo mundo paga meia. Apenas dinheiro, então por favor ajudem o pessoal da bilheteria e tentem levar trocado ou evitar notas muito altas. O Cine Cultura agradece.

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Entra em cartaz nesta quinta 02/08: HANNAH, filme que rendeu à grande Charlotte Rampling o prêmio de melhor atriz no Festival de Veneza do ano passado. Em mais uma de suas grandes atuações, repleta de sutilezas, Rampling atrai facilmente o olhar do público por meio de expressões e gesticulações das mais discretas. Assim, HANNAH se torna, em grande parte, não só uma observação sobre o envelhecimento solitário, mas também sobre como um rosto e um corpo cravados de marcas do tempo reagem atravessamento da vida e, consequentemente, do cotidiano (não por acaso, o transporte público é um espaço recorrente no filme).

Permanecem em cartaz: EM 97 ERA ASSIM, comédia adolescente que nos traz parte da memória e da cultura brasileiras de 20 anos atrás. E também ALGUMA COISA ASSIM, em que Caroline Abras e André Antunes retomam personagens de curtas passados do diretor Esmir Filho, num reencontro de vidas que vem sendo comparado ao cinema de Richard Linklater (Antes do Amanhecer, Antes do Anoitecer, Antes do Pôr-do-Sol).

E reparem que o sábado 04/08 será mais movimentado, pois além da programação comercial teremos duas sessões especiais e gratuitas: às 15h, a Mostra Permanente de Curtas​; às 22h52, a Sessão Oito Pras Onze: “Profondo Rosso” + Filme Surpresa​.

SINOPSES:

1) HANNAH (2017, França/Itália/Bélgica, 12 anos, 95 min, dir: Andrea Pallaoro)

Hannah é uma mulher que perdeu quase tudo que acreditava ser sua vida. Interpretada pela cultuada atriz inglesa Charlotte Rampling, Hannah tem que lutar com as consequências da prisão do marido. Uma nova realidade econômica, o rejeição do filho, a completa solidão, a velhice.

2) ALGUMA COISA ASSIM (2018, Brasil, 14 anos, 80 min, dir: Esmir Filho)

Caio e Mari são dois jovens adultos cujo relacionamento está além de qualquer definição. Ao longo de 10 anos, o enredo transita entre 3 momentos marcantes em que seus desejos estão em conflito e seu relacionamento é posto à prova. Entre São Paulo e Berlim, acompanhamos a transformação das cidades e dos personagens, vivendo as dores e as delícias de uma relação sem rótulos.

3) EM 97 ERA ASSIM (2018, Brasil, 16 anos, 94 min, dir: Zeca Brito)

Quatro amigos de 15 anos querem perder a virgindade. Eles pensam em pagar uma prostituta, mas nenhum deles tem dinheiro. Os garotos fazem de tudo para conseguir economizar enquanto encaram os compromissos do colégio.

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Ingresso: 8 reais inteira, 4 reais meia. Às segundas todo mundo paga meia. Apenas dinheiro, então por favor sejam legais e nos ajudem no troco. Valeu!